segunda-feira, 27 de abril de 2009

Elucubrações

(Escrito em coluna do jornal "O RIO BRANCO" (ACRE), entre 1987 e 1990)
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- O que estão fazendo com nosso povo leva-me à conclusão de que Calabar deveria ser canonizado. (escrito em 1989)
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- Agiota é o sujeito que socorre uma vítima para terminar de liquidá-la. (1987)
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- Parem aí, coveiros apressados, o Brasil pode ainda estar vivo! (1988)
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- Aviso aos conservadores intransigentes: é mais fácil ser atropelado no trilho do que na trilha. (1988)
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- As feministas têm mesmo muitas coisas a conquistarem; as femininas, não. (1987)
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- Sociedade! Sociedade! Por que fedes tanto? (1990)
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- Abram as portas dos hospícios! Não precisamos disso. Estamos vivendo num imenso manicômio. (1988)
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- Não sei que vantagem existe em ser poeta. Comecei a ser "fazedor de versos" aos oito anos, mas se fosse para viver de escrever poesias, já teria morrido de fome. (1987)
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- Eu sei lá o que é consenso nesta política brasileira! - Desconfio de que seja alguma coisa com corrupção no meio. (1990)
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- A estrada da sabedoria começa na humildade e termina no infinito. (1989)
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- Com o quadro educacional dos dias de hoje, é bom não se permitir que os animais pastem em terrenos de estabelecimentos escolares. Pode ser que lhes seja outorgado algum "deproma". (1988).
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- Busquei Deus nas religiões... elas me fizeram ATEU.
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- Existem sorrisos que nos torturam mais do que mil bofetadas.
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- Chamam-me de poeta. Afinal, o que diabo é "ser poeta"? (1987)
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- Atualmente, sentir vergonha de ser brasileiro é um sentimento deveras patriótico. (1987)
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- A mãe-pátria, há muito, virou madrasta! (1988)
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- Deixamos de ser colônia de Portugal, para nos transformarmos em "possessão do FMI". (1988)
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