sábado, 17 de outubro de 2009

Novamente o debate: - Acriano ou Acreano?

A respeito deste assunto, peço a todos que visitem o blog do Altino (http://www.altino.blogspot.com/) e leiam um iluminado texto sob o título  "ACRIANO É ALIENÍGENA", escrito pelo Dr José Augusto Fontes (acreano, poeta, cronista e juiz de direito). A  abordagem é  riquíssima.
Como sempre, os "comentários" postados expressam entendimentos divergentes  sobre o assunto. De minha parte externei a seguinte opinião:

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 ANCHIETA BATISTA disse...
Esta bandeira também é minha, Dr. José Augusto. Quem quiser que aceite a teoria do "tanto faz, como tanto fez". Eu, não! A indiferença quanto aos costumes, às tradições e a outros valores telúricos, é uma forma de não amar a terra onde nascemos ou vivemos.
Nosso grande poeta Castro Alves bradou que "a praça é do povo, como o céu é do condor...". Devemos nós aqui crescentar: " ... e a lingua é do povo!". Que história é esta de modificar, por meio de uma lei, o modo como uma gente decidiu se autodenominar? Este gentílico faz parte de uma história! É marca nossa! Não se deve admitir qualquer imposição contrária. Discutindo este mesmo assunto, há alguns dias, ouvi um acreano dizer que se mudassem o nome do Acre para qualquer outro, ele continuaria muito satisfeito, "quanto mais uma besteira dessas". O papo teve que acabar ali! Não havia como continuar.
Minha humilde forma de ser escriba não adotará esta maldita inovação. Serei um rebelde!
Não peço que me desculpem por minha indignação, porque há um motivo extremamente justo para tanto.
Um abraço a todos.

José de Anchieta Batista
9:03 AM
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2 comentários:

Isaac Melo disse...

Meu caro poeta Anchieta,
me juntarei também ao grupo dos 'rebeldes'.
É lastimoso saber que ainda existem pessoas do "tanto faz tanto fez", são estes que nada fazem e tudo criticam.

Você já nasceu com alma acreana.

Um forte abraço ao nosso mais ilustre ACREIBANO!

Gabrieliiinha ~ disse...

Nossa.. sempre quis saber se tinha alguém no universo que ficasse tão indignado quanto eu com esse absurdo de dizer que de uma hora pra outra vou ter que mudar o jeito como escrevo a minha naturalidade.
Isso não se decide no Congresso, até porque o mínimo que se poderia exigir é que o próprio povo daqui escrevesse há algum tempo ACRIANO, o que eu NUNCA vi.
Já pensei, pensei, e a única justificativa que eu encontrei (não entendo muito de letras), mas seria a pronúncia.. só que isso também não se justifica, ou então teríamos que nos referir aos naturais do Ceará como CIARENSES, isso seria um absurdo!
Tô com vocês!